Foram discutidos aspectos distintivos das variedades plantadas como estrutura de planta, facilidade para manejo e tratos culturais, altura, cobertura do solo, bem como sobre a importância de dispor de variedades que atingem o ponto de colheita em diferentes épocas do ano para, assim, poder atender melhor ao mercado .
Foi possível identificar o desempenho diferente das mesmas variedades segundo as condições de solo e microclima (morro e várzea).
Também discutiu-se sobre a incidência de pragas e doenças e suas implicações para a produção de raiz e para a disponibilidade de ramas para o próximo plantio.
Ficou acordado que os experimentos da várzea serão avaliados com a "colheita de ano" - quando o aipim é destinado à venda em caixas, para mesa. Já os experimentos do morro serão avaliados com a "colheita de ano" e também com a "colheita de dois anos" - quando o aipim é destinado à produção de farinha.
A discussão também estendeu-se a aspectos da conservação do solo, a partir do que ficou acordado que será implantada, em caráter experimental, alguma espécie para cobertura de solo na lavoura de um dos agricultores presentes.
Com vistas a aprimorar o desenho experimental, ficou combinado que na próxima época de plantio, serão implantadas parcelas de mais materiais (oito a dez) na mesma propriedade da várzea. Com o mesmo objetivo, decidiu-se implantar mais uma unidade experimental no sistema tradicional, no morro, na propriedade de outro agricultor, também contemplando de oito a dez materiais que serão disponibilizados pela Estação Experimental de Urussanga da Epagri.
Participaram da atividade: Enilto Neubert, Luiz Augusto Peruch, Alexsander Moreto, Alfredo Fantini, Heron Rocha, Lilian Elias, Ivonete Stern, Altamiro Matos Filho, Cíntia Uller, Joana Gómez, Daniel, Maria e Adelmo Pereira.
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